terça-feira, 12 de novembro de 2013
Cresce a taxa de desemprego no Brasil
'PIOR DO QUE O ESPERADO'
Desemprego cresce no Brasil e chega a 5,4% em setembro, segundo o IBGE
Apesar do leve crescimento, trata-se do melhor resultado para o mês desde o início da série histórica, em 2002; mesmo assim, número decepciona mercado
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Belo Horizonte e as outras regiões pesquisadas registraram alta na taxa de desocupados Entre setembro e agosto, informou o IBGE, o setor que se destacou em contratações foi o de comércio, com alta de 3,7 por cento
PUBLICADO EM 24/10/13 - 09h34
DA REDAÇÃO
A taxa de desemprego brasileiro subiu para 5,4 por cento em setembro, ante 5,3 por cento em agosto, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quinta-feira (24).
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Apesar do leve crescimento, trata-se do melhor resultado para setembro desde o início da série histórica, em 2002. Mesmo assim, o número veio um pouco pior do que o esperado pelo mercado.
Pela mediana das previsões de 31 analistas consultados, a taxa permaneceria em 5,3 por cento no mês passado. As estimativas variaram de 5,0 a 5,4 por cento.
O rendimento médio da população ocupada subiu 0,1 por cento em setembro ante agosto, e 4,3 por cento sobre setembro de 2011, atingindo 1.771,20 reais.
O IBGE informou ainda que a população ocupada cresceu 0,9 por cento em setembro na comparação com agosto e 2,3 por cento ante o mesmo período do ano anterior, totalizando 23,164 milhões de pessoas nas seis regiões metropolitanas avaliadas.
Já a população desocupada chegou a 1,326 milhão de pessoas, alta de 3,0 por cento ante agosto e queda de 8,6 por cento sobre um ano antes. Os desocupados incluem tanto os empregados temporários dispensados quanto desempregados em busca de uma chance no mercado de trabalho.
Entre setembro e agosto, informou o IBGE, o setor que se destacou em contratações foi o de comércio, com alta de 3,7 por cento.
Em setembro, o Brasil criou 150.334 postos formais de trabalho, acima do resultado de agosto mas o pior desempenho para setembro desde 2001, segundo dados do Ministério do Trabalho divulgados na semana passada.
O baixo nível de desemprego e o aumento da renda continuam ajudando na atividade econômica brasileira, que começou a dar sinais de aquecimento no segundo semestre após um início de ano cambaleante devido à crise internacional.
Em agosto, houve avanço de 0,98 por cento ante julho no Índice de Atividade Econômica (IBC-Br) do Banco Central, considerado um sinalizador do Produto Interno Bruto (PIB). .
Isso depois de uma alta de 1,5 por cento na produção industrial e avanço de 0,2 por cento nas vendas no varejo em agosto.
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